Placa instalada pela BHTrans causa confusão no Belvedere

PlacaAssociação solicita a retirada da placa de conversão proibida à esquerda, instalada na Avenida Paulo Camilo Penna, esquina com Rua Juvenal de Melo Senra.

Já está nas mãos do vereador Léo Burguês (PSDB) o requerimento da Associação de Amigos do Bairro Belvedere (AABB) solicitando a retirada da placa de conversão proibida à esquerda, instalada na Avenida Paulo Camilo Penna esquina com Rua Juvenal de Melo Senra. A sinalização foi colocada, pela BHTrans na ilha que divide os fluxos de veículos em frente à Academia Body Tech, e vem causando transtorno para os moradores das Ruas Juvenal de Melo Senra e Vicente Guimarães, no entorno da Lagoa Seca. Todas as vezes que motoristas fazem a conversão à esquerda são alertados com buzinas intermitentes.

Segundo informou Ubirajara Pires, presidente da AABB, a sinalização foi feita a critério da BHTrans, sem nenhuma interferência da Associação. Ele explica que quando apresentaram um projeto para o trânsito no bairro, pensaram em soluções para desafogar a região. E que uma delas foi o pedido para a instalação da ilha divisória entre as duas pistas na Avenida Paulo Camilo Penna, para evitar que veículos subissem a avenida na contramão, causando acidentes. “A proposta era impedir a conversão à esquerda de quem vem da Rua Juvenal de Melo Senra – do lado oposto à Lagoa Seca – em direção à Avenida Luiz Paulo Franco. Os motoristas deveriam virar à direita, descer a Paulo Camilo Pena e retornar na rotatória. No entanto, os veículos continuam atravessando a avenida em um dos pontos mais perigosos”, explicou Ubirajara Pires.

Passagem elevatória

Outra interferência de trânsito a ser realizada é a instalação de uma passagem elevatória na Juvenal de Melo Senra, depois do Banco do Brasil, na Lagoa Seca. De acordo com o Ubirajara Pires, trata-se de uma das medidas adotadas para reduzir os riscos dos acidentes de trânsito e o controle da velocidade naquele local.

A diretoria da AABB, o vereador Léo Burguês e técnicos da Prefeitura de Belo Horizonte já estiveram no local para avaliar o local correto para implementação do traffic calming, uma alternativa para reduzir o limite de velocidade na via.

Fonte: http://www.jornaldobelvedere.com.br/index.php/estilo/seguranca/item/943-placa-instalada-pela-bhtrans-causa-confusao-no-belvedere

Praça Tom Jobim, o novo espaço Pet Friendly

PetA Praça Tom Jobim, no Belvedere, dará lugar a um espaço Pet Friendly, uma expressão que pode ser traduzida ao pé da letra como “amigo dos animais” e é utilizada para identificar lugares onde os animais são bem-vindos, aceitos, e onde podem permanecer.

Por intermédio da Associação de Amigos do Bairro Belvedere (AABB), a Patrimar Engenharia acatou a demanda de moradores e vai transformar o local em um espaço charmoso e de convivência para animais de estimação. No último dia 14 de março, os presidentes da AABB, Ubirajara Pires, e Alex Veiga, da Patrimar se reuniram na praça para definir como será o arranjo desse novo espaço.

Carência de Espaço

Há mais tempo, a Patrimar havia construído esse espaço em uma área de um terreno na Rua Cypriano de Souza Coutinho, mas foi obrigada e desfazer da imponente estrutura instalada. O local chegou a ganhar a atenção e preferência de várias mulheres e crianças que passeavam com seus cães e tinham horário marcado para as atividades de lazer. Com a extinção do espaço, moradoras viram que o bairro era carente de um espaço para esse fim. A decisão encontrada foi usar a Praça Tom Jobim que fica bem ao lado de um supermercado.

A onda Pet Friendly tem ganhado a simpatia de pessoas em várias cidades. Hoje, cães e gatos já podem curtir junto com seus donos lugares como restaurantes, shoppings, parques e outros espaços. No caso dos parques, é grande o movimento de donos passeando com seus cães Agora, o Belvedere irá ganhar um espaço “bom pra cachorro’”

Fonte: http://www.jornaldobelvedere.com.br/index.php/estilo/cidade/item/915-praca-tom-jobim-o-novo-espaco-pet-friendly

Campanha AABB: “O futuro das nossas crianças não está nas ruas”

RuaAssociação quer evitar que moradores doem dinheiro aos menores que ficam nos cruzamentos das ruas do bairro. E, que as crianças voltem para às suas casas e para a escola, e que busquem a assistência social da PBH..

“O futuro das nossas crianças não está nas ruas”. Esse é o mote de uma campanha que está sendo realizada pela Associação de Amigos do Bairro Belvedere (AABB) no intuito de levar para as escolas as crianças que hoje estão pedindo ajuda financeira nos semáforos do bairro. Elas estão em vários lugares, com rostos pintados, fazendo malabares e transformando os locais de parada de veículos em pontos de exploração infantil.

A ação idealizada pela AABB, com apoio do JORNAL BELVEDERE, incentiva os moradores e usuários das vias a não oferecerem dinheiro aos menores que ficam nos cruzamentos das ruas do bairro. Ao recusar a esmola, o morador estará permitindo que crianças e adolescentes voltem para suas casas e procurem os programas de inclusão oferecidos pela assistência social da Prefeitura de Belo Horizonte. Nos próximos dias 5 e 6 de abril, a campanha ganha  o reforço do trabalho de algumas promotoras que vão abordar motoristas e pedestres alertando para o problema e entregar um folder sobre a campanha.

A ação pretende atrair também a atenção dos comerciantes, que poderão solicitar junto à AABB um cartazete para fixação dentro de seus estabelecimentos. É comum a presença de crianças e adolescentes abordando clientes nos comércios. Alguns chegam a ameaçar os proprietários ou clientes caso não sejam atendidos. Há episódios de um adolescente que chegou a cuspir no chão de um restaurante por não ter sido atendido com a refeição e esmola. E, outro, que recebeu uma quentinha e a trocou no outro semáforo por algum trocado. 

Segundo informou Ubirajara Pires, presidente da AABB, o número de crianças em situação de rua aumentou muito no bairro. “A presença de um atrai o outro. Eles vêm em busca de dinheiro e são explorados por outros mais velhos. A campanha tem por objetivo incentivar a população a não dar dinheiro e, dessa forma, dificultar que mais crianças em situação de mendicância ou abandono entrem nessa onda da exploração infantil. O objetivo dessa ação é oferecer dignidade, oportunidades e cidadania. Afinal, lugar de criança é na escola”, alertou.

Para a pedagoga Cynthia Oliveira, é preciso sensibilizar a sociedade sobre a influência negativa de dar esmolas em áreas públicas da cidade. Para ela, a polêmica sobre dar ou não esmolas é muito grande, “mas deve prevalecer o consenso de que esse ato provoca uma série de violações aos direitos da criança e do adolescente. O primeiro deles é a evasão escolar, pois elas estão deixando de ir à escola. Em seguida está a questão da exploração infantil, tráfego de drogas e até mesmo prostituição. Se queremos passar o país a limpo, é pela educação que se inicia tudo isso.”  

Fonte: http://www.jornaldobelvedere.com.br/index.php/estilo/cidade/item/913-amigos-do-belvedere-lancam-campanha-o-futuro-das-nossas-criancas-nao-esta-nas-ruas

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